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Às vésperas da Copa do Mundo 2018, o Google anunciou uma reformulação na sua plataforma de buscas ao adicionar recursos para ajudar usuários acompanhar os jogos do campeonato. Em ano de eleição, a empresa revelou ainda uma parceria com o Tribunal Superior Eleitoral para exibir informações importantes sobre os 7 mil candidatos às cinco esferas de poder que têm pleito marcado para o segundo semestre.

Para as eleições 2018, as novidades podem ser úteis para ajudar os eleitores indecisos a encontrar informações rapidamente sobre os candidatos nos quais consideram votar. As prioridades dos mandatos serão exibidas em cartões nos resultados de pesquisa para que não seja sequer necessário acessar sites para receber os dados sobre candidatos.

A empresa anunciou ainda uma parceria com a emissora de TV Band para exibir o primeiro debate presidencial no YouTube.
As novidades do Google para a Copa do Mundo permeiam seus aplicativos. O buscador terá fotos e jogadas importantes dos principais jogos do torneio. Fora isso, resultados e estatísticas seguem disponíveis nos resultados de buscas relacionados com a Copa. No Maps, os usuários poderão ver quais bares e restaurantes estão exibindo os jogos em 13 cidades da América Latina. O terceiro recurso é para usuários de smartphones com sistema Android, que é mantido pelo Google. Um widget, acessório virtual, poderá ser fixado na tela inicial para acompanhar resultados de jogos sem precisar fazer nenhuma busca.

O Google Street View, serviço gratuito que tem um registro fotográfico em 360 graus de diversas localidades do planeta, vai permitir uma turnê por dentro dos estádios da Copa para que os internautas possam, mesmo à distância, ver como são as instalações onde acontecerão os jogos.

Por fim, o Google Assistente, o assistente pessoal da empresa (parecido com a Siri, do iPhone), poderá responder a perguntas relacionadas à Copa do Mundo.



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A postagem hoje é de grande utilidade para os usuários do maior stream de filmes e séries do mundo, a Netflix. Existem formas e ferramentas para maximizar a experiência ao utilizar esta plataforma de mídia visual. Leia com atenção e escreva um comentário no fim da postagem se você conhece alguma outra ferramenta!!

1. Procure por categorias específicas
Se você está cansado de ver a Netflix sugerir sempre os mesmos programas para você, é só porque ela está seguindo as recomendações através de um algoritmo bastante específico. Você pode mudar isso e assistir exatamente o que esteja querendo, seja cinema francês ou filmes infantis que sejam baseados em livros, para incentivar aquele sobrinho a ler. É só usar um dos códigos de categorias ocultas da plataforma (você pode ver os principais que funcionam no Brasil aqui).

Uma vez tendo escolhido o código, é só inserir na URL o seu navegador, substituindo a palavra CÓDIGO pelo código da categoria que você quer ver: https://www.netflix.com/browse/genre/CÓDIGO. Observe o exemplo na imagem abaixo:



Se você não quer ter o trabalho de checar a tabela o tempo todo, também dá pra baixar a extensão Find Flix, que permite que você navegue por categorias bem específicas, ou ainda procure digitando o que vier à mente. Infelizmente, só funciona em inglês.

2. Veja uma lista livre de originais da Netflix
Não é segredo pra ninguém que a plataforma tem uma ótima produção de séries e filmes originais, que talvez sejam o principal motivo de você assinar o plano. Mas se há dias em que você quer ver qualquer coisa que NÃO seja produzido pela Netflix, você pode. É só baixar a extensão No Netflix Originals, que tira os originais da sua página inicial quando ativada, facilitando sua escolha.

3. Baixe uma extensão para melhorar a qualidade do vídeo
A Netflix regula a qualidade do seu vídeo de acordo com a qualidade da sua internet, mas você não precisa ficar preso a isso. Seja porque está em casa e merece ver um filminho em boa qualidade, seja porque quer economizar seu pacote de dados, você pode ajustar isso com a ajuda de alguma extensão para o navegador. Para o Google Chrome, por exemplo, existe a Super Netflix. Essa extensão permite que você ajuste não só a qualidade do vídeo, mas também a cor, brilho, contraste e saturação da programação.


Além disso, a Super Netflix pode borrar coisas que possam ser spoilers, como a descrição de episódios de uma série ou a imagem que acompanha o episódio. Outra ferramenta bastante interessante é que a extensão permite que você acelere um pouco o vídeo (se você não curte tanto filmes paradões) ou o atrase — o que pode ser bastante útil se você está tentando aprender uma língua nova, por exemplo. Ele também permite que você SEMPRE pule as aberturas e adicione suas próprias legendas, que você pode baixar em outros sites e inserir na plataforma.

Em português, uma extensão semelhante é a Magic Actions, que também inclui avaliações de outros sites (IMDB e Rotten Tomatoes).

4. Desative o botão de "você ainda está assistindo?"
Imagine você sentado no sofá, há horas confortavelmente maratonando uma série. E então, a Netflix insiste em ter certeza do que você está vivo, perguntando se você ainda está assistindo? A extensão The Never Ending Netflix desativa isso, permitindo que você pule direto todas as aberturas (e títulos) e pule direto para o próximo episódio.

5. Customize sua Netflix
Outra ferramenta interessantíssima é a extensão Flix Plus. Com ela, você pode colocar a "Minha Lista" no topo da página inicial; além de permitir que você deixe recados nos títulos, seja para lembrar quando a série vai sair da plataforma ou quem recomendou e porquê. Outra ferramenta interessante é que ela muda os ícones das séries que você já viu, deixando-os acinzentados, para facilitar a escolha. Ela também tem opções básicas, como borrar descrições e impedir a página de encolher quando chega a hora dos créditos.


6. Assista sozinho, mas acompanhado!
Se você quer assistir aquele filminho romântico acompanhado, mas a companhia está longe, não tem problema. Com a extensão Neflix Party, isso pode acontecer! Uma vez instalada, a extensão permite que você crie um link compartilhável do que estiver assistindo. Quem tiver acesso ao link pode clicar e assistir exatamente o que você vê na tela, perfeitamente sincronizado. Tem inclusive uma opção de chat, caso você queira comentar algo diretamente na tela.

Para celulares, existe a plataforma Rabbit, que permite sincronizar vídeos com seus amigos, seja na Netflix, no Youtube ou outra plataforma.

7. Mude de navegador para melhorar a qualidade
Você provavelmente tem o seu navegador queridinho, e ele provavelmente é o Google Chrome ou o Mozilla Firefox. Mas, se você não está querendo baixar nenhuma extensão para melhorar a qualidade do seu vídeo, eles podem não ser a melhor opção. Isso porque eles (e o Opera) soltam vídeos numa resolução de 720 pixels, automaticamente.

Por outro lado, o Safari, o Explorer e o Edge funcionam bem com 1080 pixels. Claro que não vai ser nenhum milagre se sua internet não estiver muito boa, mas pode quebrar um galho sem que você tenha que baixar nada.

8. Escolha filmes de um ano específico
A Netflix, sem extensão nenhuma, permite que você escolha quais filmes assistir a partir da data de lançamento. É bem simples: basta entrar na sua conta e ir para qualquer categoria (terror, drama, comédia, etc). Então, no canto direito, procure por um quadrado com quatro pontos: ele vai expandir a opção "Sugestões para Você". Além da ordem cronológica, a Netflix também apresenta ordem alfabética (normal ou reversa). Dá pra ver TODOS os filmes do catálogo assim.


9. Adicione avaliações que não são da Netflix
A Netflix permite que usuários avaliem os filmes e séries vistos, com sinais de positivo (joinha) e negativo (dedão para baixo). Mas se você preferir outras avaliações, a extensão RateFlix mostra pra você. Com ela, avaliações de outros sites (como IMDB, RottenTomatoes e Metacritic) aparecem junto da descrição.

10. Assista antes que saia do catálogo!
Uma coisa que incomoda muito os usuários é ver que um filme ou série favoria está saindo do catálogo. Não é bem culpa da Netflix: eles compram o direito de reproduzir essas produções, mas o contrato acaba e a distribuidora pode escolher não renovar — ou então, pode simplesmente não valer a pena.


Pensando nisso, existe a extensão Super Browse, que permite que você veja o que está para expirar, antes que seja tarde demais. Além disso, a ferramenta permite que você veja várias categorias, mesmo as mais incomuns.

11. "Gire" a Netflix
Se você costuma virar seu notebook de lado para assistir às suas séries mais confortavelmente, não precisa mais pôr seu aparelho em risco. É só baixar a extensão Netflix Flip, que permite que você gire a tela até 90 graus, ajustando como preferir.

12. Assistindo à Netflix enquanto trabalha
Criaram uma ferramenta para facilitar assistir programas no trabalho! Não que você faça isso, é claro. Mas se quiser saber, só por curiosidade, é só usar o navegador Helium (disponível apenas para Mac). Ele mantém uma janela transparente "flutuando" enquanto executa o vídeo. Então, mesmo que você abra e feche janelas, a janela do Helium ainda estará lá se você clicar nela, mas sem interagir com o resto.


13. Teste as coisas antes de todo mundo
A Netflix permite que você teste atualizações — novas interfaces, sistemas de avaliação e trailers — antes que elas apareçam para todos os usuários. Se quiser tentar, é só deixar a Netflix saber disso! No canto superior direito, ao lado do ícone, clique na setinha e então em "Conta". Quando abrir, procure por "Configurações", e depois "Participação em Testes". É só clicar no botão de ativar!

14. Limpe as sugestões de "Continue Assistindo"
As opções de "Continue Assistindo" sugerem tudo que você começou a assistir e depois largou. É claro que é útil no caso de uma série, ou de um filme que você começou a assistir mas acabou precisando pausar. Entretanto, a opção ignora que às vezes você parou de assistir algo porque é simplesmente ruim. Mas você pode acabar isso e se livrar das sugestões inúteis! É só ir em "Conta" e procurar por "Meus Perfis". Selecione e procure por "Minha Atividade". Então, é só clicar no X e remover o que quiser.


A opção também é útil para o caso de você querer apagar alguma coisa que viu até o final. Se você emprestou a conta para um amigo e quer que a Netflix pare de recomendar filmes com o Adam Sandler só porque ele maratonou The Ranch, é possível apagar os episódios e impedir sugestões baseadas nisso.

15. Assista em Ultra HD
Se você está está em busca de um mimo para acompanhar seus filmes, por que não assistir sua programação em Ultra HD? A Netflix permite que você assista em resolução 4K (2160 pixels)! Não é toda a programação: basicamente, são as produções mais recentes — o que significa pelo menos 200 títulos. Mas para isso, você precisa de uma internet de alta velocidade (ao menos 25 MB/s) e o plano Premium (R$ 37,99). Se achar que vale a pena, você vai poder procurar especificamente por "UltraHD" na barra de pesquisa, e então todos os títulos nessa qualidade aparecerão.

16. Você pode sugerir filmes para a Netflix
Sabemos que aqui no Brasil a variedade do catálogo não é tão grande quando nos Estados Unidos, por exemplo. Mas existe uma opção de sugerir filmes e séries para a Netflix adquirir. Não é certeza que eles vão colocar no catálogo, mas não custa tentar, né? É só clicar AQUI e preencher a ficha.

17. Sincronize suas plataformas de streaming
Outra extensão útil para a Netflix é a Simkl. Ela permite que você veja as avaliações da programação segundo diversos sites externos (como o IMDB), inclusive a porcentagem de pessoas que desistiram de assistir na metade do filme (a chamada "drop-off rate"). Ela também sincroniza com outras plataformas de streaming, o que significa que você pode acompanhar mais facilmente o que estiver assistindo. Infelizmente, algumas ferramentas podem ser pagas.

18. Crie perfis para eventos específicos
A essa altura do campeonato, você já deve saber que pode adicionar até cinco perfis na sua conta da Netflix, para amigos e familiares. Mas se você não planeja dividir sua senha com ninguém, você pode criar perfis para eventos específicos. Planejando uma maratona Halloween? Sem problemas! Uma vez selecionados alguns filmes, o algoritmo vai calcular suas sugestões se baseando neles.


Aliás, Netflix, por que não temos opção de criar mais de uma "Minha Lista"? Fica a dica para a próxima atualização.

19. Bloqueie conteúdo adulto
O perfil "Crianças" (ou KIDS) não serve só para selecionar programação infantil. Você pode adicionar um código PIN nos outros perfis, para que as crianças não vejam conteúdo que não seja adequado para a idade delas. É só ir em "Conta", "Configurações" e então em "Controle dos Pais". Lá, você pode selecionar a classificação indicativa para os perfis e evitar que as crianças acabem assistindo Disjointed por engano.

20. Veja filmes em qualquer lugar
Infelizmente, não temos o melhor transporte público do mundo — e você pode acabar passando horas no trânsito. Se não quiser acabar com o seu pacote de dados, é só baixar o que quiser no seu celular ou tablet (Android, iOS ou Windows 10) quando estiver no Wi-Fi e deixar para assistir depois. Não é toda a programação que está disponível para isso, mas ainda assim é uma boa quantidade. E não se preocupe com espaço: eles se apagam sozinhos depois de um tempo, então é impossível lotar a memória com filmes que você nunca vai ver.

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Os cibercriminosos brasileiros já surfam na onda da greve dos caminhoneiros. Utilizando uma combinação de tema e timming, os criminosos estão enviando links maliciosos que enganam vítimas no WhatsApp ao indicar postos de gasolina com combustível.

"Na mensagem, a vítima recebe um link malicioso, na esperança de encontrar uma lista de postos de gasolina em que o combustível ainda estaria disponível. Em menos de 24 horas, mais de 60 mil usuários acessaram a página falsa e foram expostos a ciberataques que podem variar de acordo com o sistema operacional do smartphone", nota a Kaspersky.

Ao acessar o link, o usuário é redirecionado para uma página fraudulenta e, para acessar a falsa lista com os nomes dos postos que ainda tem combustível, solicita a cidade e estado em que a vítima se encontra. Além disso, a vítima cai em sites que oferecem serviços pagos. Ou seja: ela acaba gerando renda para os cibercriminosos por meio de propagandas e instalação de apps.


"É a mesma tática de golpes anteriores que utiliza um tema de grande interesse da população, só que em um momento crítico de uma greve", afirma Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky Lab. "O criminoso ganha de muitas formas: pelos milhares de page-views no site cheio de propaganda, pela instalação dos aplicativos sugeridos pela página, num esquema de pay-per-install ou até mesmo com a oferta de instalação de apps maliciosos, como já vimos anteriormente".


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Quantas vezes você saca o celular do bolso só para checar novos e-mails ou a mensagem que acabou de vibrar? Um estudo feito em 2015 pela empresa Deloitte mostrou que pelo menos 40% dos usuários de celulares olham seus aparelhos nos primeiros cinco minutos após acordar e 47% usam os smartphones enquanto “conversam” pessoalmente com familiares e amigos.

Atualmente, é quase impossível encontrar um local público sem pelo menos uma pessoa distraída no celular. O vício em tecnologia é real e em alguns países até existem grupos de terapia para tentar superar essa dependência. Por isso, separamos dicas e técnicas para quem precisa diminuir o consumo e a obsessão pelas telas:

1 - Elimine momentos de ócio
Quando não temos nada para fazer, podemos ter a mania de passar o tempo no celular. Em entrevista ao Mental Floss, Jamison Monroe, fundador da Academia Newport, que oferece tratamento para adolescentes, sugere criar uma lista de tudo o que você pode fazer nas horas vagas — menos usar o celular.
“Lembre-se de coisas mais importantes e saudáveis que poderia fazer com esse tempo”, disse. “Como caminhar, dançar, se exercitar ou meditar.”

2 - Use a tecnologia a seu favor
Ironicamente, alguns aplicativos podem te ajudar a largar o vício em tecnologia. O Moment, para iOS, diz quantas vezes você acessou o celular por dia; no App Detox, você é avisado quando ultrapassa o tempo pré-determinado para usar a internet; e o Off Time serve para bloquear distrações como games.

3 - Não conte apenas com a força de vontade
Desligar o computador ou deixar o celular bem longe parece simples, mas é preciso mais do que força de vontade para ignorá-los completamente. “É preciso reconhecer que é difícil ‘competirmos’ com esses produtos inovadores das empresas bilionárias”, resumiu David Ryan Polgar, especialista em ética da tecnologia e cofundador da Digital Citizenship Summit. “O melhor é descobrir mais de um caminho para resistir à tentação.”

4 - Desligue tudo antes de dormir
Uma hora antes de dormir, desconecte-se de todos os seus aparelhos. “O brilho das telas interrompe a produção de melatonina, que dá ao cérebro um sinal de que é hora de dormir”, explicou Monroe. “Deixe os dispositivos em outro quarto para evitar a tentação de usá-los.”

5 - Comece aos poucos
David Greenfield, fundador do Centro para Vício em Internet e Tecnologia, em Connecticut, diz que cortar os hábitos de forma brusca não é a melhor saída. Ele sugere começar desligando o celular durante o jantar. Depois de algum tempo, tente deixar o aparelho em casa enquanto sai para caminhar. “Estabeleça seus próprios limites”, sugeriu. “Comece com pequenas mudanças e tente novos progressos com o tempo.”

6 - Desligue notificações
“O smartphone eleva os receptores de dopamina e você continua a acessá-lo a cada toque, porque isso oferece uma espécie de recompensa”, explicou Greenfield. Ao desligar as notificações, as chances de sentir vontade de olhar a tela do celular a cada minuto pode diminuir.

7 - Planeje pequenas pausas
Estabeleça alguns momentos do dia feitos para “pausas tecnológicas”. Entre 15h e 15h30, por exemplo, desligue o celular e deixe-o fora de alcance. “Escolha uma tarefa específica para fazer durante esse tempo”, recomendou Craig Donovan, da Universidade Keane. Tente adicionar várias pausas e inclua as refeições: nesses momentos, aproveite para observar melhor o que acontece ao seu redor.

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O Facebook lança na próxima semana seu produto de checagem de notícias no Brasil. Por aqui, o trabalho será feito em parceria com duas agências de checagem, a Aos Fatos e a Agência Lupa. O programa foi lançado nos Estados Unidos no final de 2016 com o objetivo de diminuir a circulação de notícias falsas na rede social.

Na prática, os dois parceiros terão acesso às notícias marcadas como falsas pelos usuários do Facebook—qualquer usuário pode alertar sobre o compartilhamento de conteúdo falso, também conhecidas atualmente como fake news.

O Facebook afirma que, desde o lançamento da iniciativa nos Estados Unidos, houve queda de 80% na distribuição orgânica (ou seja, conteúdo não impulsionado com pagamentos) de notícias consideradas falsas.

“Essa parceria com Aos Fatos e Agência Lupa é mais um passo em nossos esforços para combater a desinformação e melhorar a qualidade das notícias que as pessoas encontram no Facebook”, diz Cláudia Gurfinkel, líder de parcerias com veículos de mídia do Facebook para América Latina, em comunicado.

Conteúdo que seja reconhecido como falso, terá o alcance reduzido. O Facebook ainda enviará notificações para administradores de páginas, e também usuários, que compartilharem o conteúdo. Haverá um aviso de que aquele texto teve sua veracidade questionada.

Outra providência será que os textos não poderão ser impulsionados por meio de pagamentos. Páginas que usarem conteúdo falso para construir uma audiência de forma recorrente serão proibidas de usar anúncios no Facebook.

Além dos EUA, países como Índia, Filipinas e Itália contam com o programa de checagem de conteúdo por meio de parceiros.



Recentemente nós todos tivemos ciência do enorme vazamento de dados da maior rede social do mundo atualmente, o Facebook. As providências já estão sendo tomadas, os usuários estão sendo alertados. Você é um deles? Já foi vítima de algum outro vazamento?

A boa notícia é que esses acontecimentos não precisam causar pânico geral, não importa o quanto os dados em perigo possam ser sensíveis. Existem algumas medidas que você pode tomar para minimizar a sua exposição à potencial ameaça. Veja abaixo como fazer isso. 

Passo 1: Determinar os danos
A primeira coisa a fazer é descobrir o que os hackers levaram. Se eles conseguiram o seu nome de usuário e senha, por exemplo, não faz muito sentido alertar a operadora do seu cartão de crédito.

As notícias e os comunicados da empresa sobre o ocorrido devem deixar muito claro o que foi vazado. Foi apenas o seu endereço de e-mail, ou também havia dados da sua senha? E cartões de crédito ou dados pessoais como mensagens privadas?
Esse é o primeiro passo para criar um plano efetivo de recuperação. Mas antes de fazer qualquer coisa, é preciso fazer uma pergunta essencial - veja o tópico seguinte. 

Passo 2: Os criminosos podem usar os seus dados?
Os hackers colocam as mãos em dados o tempo todo. Mas muitas vezes essas informações são inutilizáveis por conta de práticas de segurança que incluem termos como “hash”, "salt" e criptografia. Se os dados estiverem na forma de “cleartext” (texto padrão), isso significa que nenhuma criptografia foi usada, e é tão fácil ler e manipular esses dados quanto visualizar informações em um documento Word ou em uma mensagem de e-mail padrão.

Os dados com hash, por outro lado, são informações que foram alteradas de tal forma que não é possível decodificá-las de volta para texto padrão. Os hashes costumam ser usados para bases de dados de senhas, por exemplo.
No entanto, nem todos os métodos de hash são iguais e alguns deles podem ser revertidos. Como uma segunda linha de defesa, uma empresa pode adicionar o que é chamado de “sal” (“salt”, no original em inglês) – dados aleatórios – para tornar mais difícil o processo de decodificação.  

Nos casos com hashes, você terá de investigar um pouco mais a funto para saber se a companhia acredita que as informações podem ser usadas  ou não. 
Por fim, a criptografia supostamente é um processo de duas vias em que apenas a pessoa com a “chave” (normalmente uma senha ou arquivo com senha) consegue decodificar os dados.
Mesmo que os hackers tenham roubado dados criptografados ou com hashes, as empresas ainda poderão aconselhar os usuários e clientes a alterarem as senhas, apenas como uma medida adicional.

Passo 3: Mude a Senha
Caso precise mudar a sua senha, então seja proativo. Mude-a logo de uma vez, e não fique esperando por um e-mail ou mensagem de alerta da empresa solicitando que faça isso, se possível. 

Se estiver usando essa mesma senha em outros sites e serviços, então você também terá de fazer essa mudança nos outros lugares. Um único vazamento pode derrubar diversas contas caso esteja reutilizando senhas – não faça isso. 

Passo 4: Adote medidas de segurança
Agora é um ótimo momento para começar a usar um gerenciador de senhas - caso ainda não faça isso. Esses programas podem criar códigos novos e difíceis de serem adivinhados e salvá-los para cada uma das suas contas on-line. Eles também protegem as suas senhas com criptografia, e (normalmente por uma taxa) as disponibilizam em todos os seus dispositivos. O nosso aplicativo favorito para esse tipo de serviço é o LastPass, mas o Dashlane não fica muito atrás (apesar de ser mais caro).

No entanto, as senhas não são mais o suficiente. Por isso, é uma boa ideia habilitar a autenticação de dois fatores nos serviços em que essa opção estiver disponível. Esse método de segurança significa que o seu serviço web exigirá um código secundário de seis dígitos antes de permitir que você acesse a sua conta – mesmo com a senha correta.

A melhor maneira de usar a autenticação de dois fatores é com um aplicativo ou aparelho dedicado a gerar esses códigos. Receber códigos via SMS não é recomendado, uma vez que as mensagens de texto são vulneráveis a uma variedade de ataques relativamente triviais.

Por fim, é importante criar um e-mail dedicado para a recuperação de senhas. Muitos sites e serviços permitem que você configure um endereço de e-mail específico para a recuperação de senhas que fique separado da sua conta de e-mail principal. Esse é o endereço em que você receberá links para reiniciar a sua senha após clicar na opção “Esqueceu a Sua Senha?” em um site.

É melhor ter um endereço de e-mail apenas para a recuperação de contas e que não esteja conectado com a sua identidade – se o seu Gmail for JAndrews, por exemplo, então não use JAndrews@outlook.com para esse novo endereço. Caso você use o seu e-mail padrão para a recuperação de contas, os hackers podem mirar esse endereço e, caso o comprometam, então poderiam assumir o controle da sua vida on-line.

Como com qualquer outro e-mail, certifique-se de que a sua conta de e-mail para recuperação esteja protegida com uma senha forte e autenticação de dois fatores.

Passo 5: entre em contato com a sua operadora de cartão
Caso o número do seu cartão de crédito também tenha sido comprometido, então você precisa alertar o seu banco ou operadora de cartão. Caso tenha sido um vazamento particularmente grande, há uma boa chance de que o seu banco já saiba sobre isso, mas ainda é uma boa ideia informar que você foi atingido. 

Você vai querer falar com um representante do banco ou instituição financeira e informar o que aconteceu. A empresa provavelmente irá cancelar o seu cartão para emitir um novo. 

E não espere para fazer isso. Notifique o seu banco ou operadora de cartão assim que ficar sabendo do vazamento para garantir que você não será responsabilizado por nenhuma cobrança fraudulenta.

Grandes vazamentos de dados são péssimos, mas já se transformaram em uma ocorrência comum. O que significa que não é uma questão sobre se você será atingido por um, mas quando isso acontecerá. A boa notícia é que ser um pouco proativo pode te ajudar a evitar possíveis dores de cabeça neste processo.

ESTA MATÉRIA FOI ORIGINALMENTE PUBLICADA EM IDGNOW.COM.BR




O blog Segurança Digital (do site G1) apurou que ao menos duas plataformas de lojas on-line criaram a possibilidade de realizar compras sem senha para clientes que já possuem cadastro nas lojas.

Nessa modalidade, como a única barreira para fazer um pedido é informar o endereço de e-mail, os dados do cliente ficam censurados (com asteriscos, vide foto) para que outras pessoas não tenham acesso ao cadastro. No entanto, parte da censura podia ser burlada com a opção de pagamento por boleto, já que os dados do cliente eram incluídos no documento de forma legível.
Na prática, era possível fechar um pedido e obter endereço completo, o nome completo e o CPF de um consumidor apenas com o endereço de e-mail. Bastava fechar o pedido com a opção de boleto.

As plataformas identificadas, CiaShop e Web Storm, oferecem uma tecnologia para que outras empresas possam facilmente criar um site de e-commerce. Sendo assim, qualquer loja criada com uma dessas tecnologias possui o recurso. Ou seja, o problema existia em várias lojas, não em um site específico.


"A censura no boleto ao lado foi adicionada pelo blog, pois o arquivo original era limpo e permitia a visualização dos dados particulares. O arquivo podia ser baixado por qualquer um que soubesse o e-mail do consumidor."

Um mês após serem comunicadas pelo blog Segurança Digital, a CiaShop e a Web Storm modificaram o recurso e não permitem mais o download do boleto. No caso da CiaShop, não é mais possível fechar pedidos com boleto sem digitar a senha. Nas lojas da Web Storm, o pedido é fechado, mas o boleto é enviado por e-mail, protegendo a informação. Apesar de terem modificado a funcionalidade, as empresas minimizaram o risco para os consumidores, considerando que um possível criminoso teria que saber a loja em que o consumidor fez alguma compra.

Omar Kaminski, advogado especialista em direito e internet, observa que não há lei específica para a proteção de dados e que são aplicados o Marco Civil de Internet, o Código de Defesa do Consumidor e o Código Civil. "Uma vez provado que houve ato ilícito, dano ou prejuízo, é possível buscar uma reparação judicial. Como se trata de direitos difusos, o ideal é que o Ministério Público seja convocado a intervir", disse o especialista.

Para Cléber Brandão, gerente do Blockbit Labs, braço de pesquisa da empresa de segurança Blockbit, o caso se enquadra como um vazamento de dados.  "Qualquer dado pessoal deveria estar protegido por medidas de privacidade e confidencialidade", avalia o especialista.

Brandão explica que informações pessoais podem ser usadas em golpes on-line, permitindo que criminosos enviem mensagens se passando por instituições financeiras ou empresas e personalizem essa comunicação com os dados pessoais para convencer a vítima a entregar outras informações, inclusive senhas.

"Para o e-commerce, entendo que permitir a compra sem necessidade de uma senha pareça uma ótima opção para promover mais vendas, porém, no ponto de vista de segurança da informação, não é uma boa prática", disse ele, que sugere a adoção de "tokens" (senhas temporárias).


ESTA MATÉRIA FOI ORIGINALMENTE PUBLICADA EM G1.GLOBO.COM 





Várias contas de e-mail do Gmail estão sendo utilizadas para envio de spam mesmo sem sinais de invasão, como relatam usuários no fórum de ajuda do Google desde sábado (21). As mensagens em questão são enviadas para pessoas que não estão nos contatos de quem foi afetado e o problema parece não ser resolvido mesmo mudando a senha de acesso e ativando a verificação em duas etapas.


O conteúdo dos e-mails é claramente identificado como publicidade indesejada, promovendo remédios de emagrecimento, venda de suplementos e ofertas de empréstimo de dinheiro. Todas as mensagens citadas pelos usuários como parte do problema têm em comum o fato de parecerem ter sido enviadas pela empresa de telecomunicação canadense Telus. A companhia diz que verificou o problema, mas confirmou que os servidores dela não foram invadidos ou utilizados para esses fins, indicando que os e-mails foram provavelmente alterados para parecer que são da empresa.


Um porta-voz do Google respondeu que a empresa está ciente do caso e tomou as medidas necessárias para resolver o problema: “Essa tentativa envolveu cabeçalhos de e-mails falsificados que faziam parecer que os usuários estavam recebendo e-mails deles mesmos, o que fez com que essas mensagens aparecessem erroneamente na pasta de Enviados. Nós identificamos e estamos reclassificando todos os e-mails transgressores como spam e não temos motivos para acreditar que alguma conta tenha sido comprometida durante o incidente”.

O Google recomenda ainda que todas as mensagens suspeitas sejam reportadas como spam e indica essa página de ajuda para que seus usuários tenham mais informações sobre esse tipo de mensagem.

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