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Em 2018, foi lançada a segunda parte da pesquisa sobre os hábitos de crianças e adolescentes que utilizam mídias sociais e os impactos dessas tecnologias na vida de tais jovens. Realizada pela Common Sense Media, a primeira etapa foi divulgada em 2012 e analisou como a expansão de Facebook e outros sites de relacionamentos afetam o convívio, o humor e a saúde mental, tendo em vista as experiências vividas no âmbito digital. Os indivíduos analisados têm entre 13 e 17 anos, todos dos Estados Unidos.

O mundo passou por muitas transformações nestes 6 anos e, ao acessarmos os dados de 2012, temos certeza disso. Na época, apenas 40% dos jovens possuíam seus próprios smartphones; hoje são quase 90%. Esse fato sozinho já mostra a abrangência das mídias sociais; basta possuir um celular em mãos para acessar qualquer rede.

Outra mudança significativa foi na preferência da plataforma. Enquanto Facebook era a principal rede para 68% do público, atualmente apenas 15% apontam a criação de Mark Zuckerberg como primeira escolha. Já o Snapchat conta com 41% e desponta na liderança. Instagram, com 22%, fecha o pódio.


Sempre alerta
Mais acesso, mais redes e por mais tempo. Enquanto apenas 34% dos entrevistados declararam fazer uso das mídias sociais mais de uma vez por dia há 6 anos, atualmente 70% acessam com maior frequência, e 16% indicaram estar constantemente nas plataformas. Como resultado correlacionado, temos uma redução nos números de jovens que preferem interagir pessoalmente: nota-se queda de 49%, em 2012, para 32%, em 2018. Para manter contato com amigos e familiares, mensagens de texto têm a preferência de 35% dos participantes.

Essas mudanças — não só de acesso, mas também de comportamento —, em um curto período, preocupam os envolvidos com educação de jovens. Para Julie Lythcott-Haims, ex-reitora da Universidade de Stanford e atual integrante do conselho da Common Sense, é de responsabilidade dos pais e educadores direcionar os filhos no contato com outras crianças e até mesmo estimular a vivência em sociedade. Julie comenta que, ao interagir pessoalmente, as crianças desenvolvem mais empatia, o que é muito mais proveitoso do que as mensagens de ódio facilmente disseminadas online, por exemplo.

Esse é um ponto crítico também da pesquisa. Cerca de 13% dos jovens em 2018 sofreram algum tipo de bullying cibernético, e 64% deles passam por mensagens homofóbicas, racistas, sexistas ou de ódio religioso enquanto navegam. Outro dado alarmante: 21% praticam essas atividades. Para a escritora Aija Mayrock, autora de "Bullying: Guia de Sobrevivência", o caminho para que haja uma melhor relação das crianças com o mundo passa por uma boa convivência com os pais.

Quando são tratadas de forma autoritária, as crianças acabam se afastando, aprendendo por conta e tendo mais chances de sofrer algum trauma. Ao ter abertura para conversar com os pais, elas podem aprender dentro de casa sobre riscos, impactos e melhores maneiras de ter acesso às mídias.

O lado positivo, para 27% dos entrevistados, é que o acesso às plataformas tem um papel importante no desenvolvimento criativo. Outros pontos de destaque são: organização na atividades extracurriculares, divulgação de notícias e debates políticos. O resultado mais preocupante, segundo os pesquisadores, é quanto ao tempo gasto pelos jovens com as mídias sociais e como isso os afeta diferentes.

Ao mesmo tempo que tais hábitos podem gerar um distanciamento da realidade empática, contribuindo para depressão e baixa autoestima, também aparecem como questões animadoras a possibilidade de expandir o conhecimento, o apoio a causas importantes da sociedade e o contato mesmo que em longas distâncias.

Esta matéria foi originalmente postada na Tecmundo



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Com mais de 1 bilhão de usuários, é mais do que comum encontrar páginas e perfis falsos no Facebook. Por isso, é importante ficar atento na hora de “virar fã” de uma empresa, marca, personalidade ou artista na maior rede social do mundo.

Para Alessandro Lima, CEO da empresa de análise e gestão de relacionamento em mídias sociais e.life, o primeiro “mandamento” que um usuário deve seguir é sempre procurar pelo perfil da empresa ou marca no Facebook pelo site oficial, em vez de fazer a busca diretamente pela rede social. “Hoje, a maioria das empresas com perfis sociais informam os links nos próprios os sites, por isso a navegação deve começar pelo site da marca”.

“Caso a empresa não tenha uma seção com links das redes sociais em seu site, vale ficar de olho em erros de português e digitação nas postagens, que não parecem muito profissionais nessas páginas e perfis falsos”, explica o especialista.

Outro indicativo de que estamos diante de um fake, segundo Lima, é quando uma página pede dados pessoais aos usuários “sem cuidados” na rede social, ou seja, de forma pública. “Esse pedido pode acontecer nas redes sociais, como Facebook e Twitter, mas na maioria das vezes é feito de forma privada, por mensagens ou DM.”

Segundo Lima, também é importante olhar com atenção o ícone ou logotipo da empresa no Facebook para ver se é o mesmo utilizado pela companhia no momento. “Se nem assim conseguir saber, vale ligar até para o serviço de atendimento da empresa e questionar se a página é verdadeira”, afirma.

Vale notar que existem diversos tipos de páginas fake no site de Mark Zuckerberg. “É possível encontrar páginas/perfis falsos criados por fãs, por exemplo, que devem ser incentivadas desde que deixem claro que não oficiais e não façam nenhuma interação com os clientes. Há outras que são feitas na má-fé mesmo, para aplicar golpes. Além disso, também temos casos de redes de franquias que veem suas filiais de diferentes lugares criarem perfis com visual e abordagens diferentes, o que confunde o usuário.”

Mas até onde essas páginas prejudicam uma marca? “É algo que traz preocupações, obviamente, porque além de utilizar o nome e tudo mais, que já é uma infração, algumas dessas páginas resolvem fazer interação com o consumidor, o que pode ocasionar diversos golpes”, diz o executivo, que nota que é importante as empresas fazerem um trabalho de verificação constante nas redes sociais em busca de páginas ou perfis falsos.

Notícia publicada originalmente em: 
http://www.noticiastecnologia.com.br/fique-esperto-saiba-como-fugir-de-paginas-falsas-no-facebook


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Um relatório recente da Digital Content Next revela algumas notícias preocupantes: os telefones Android, mesmo quando ociosos, enviam dados ao Google em um ritmo alarmante. Segundo o estudo, um smartphone Android "comunicou informações de localização ao Google 340 vezes durante um período de 24 horas", com o navegador Chrome apenas ativo em segundo plano. São 10 vezes mais dados do que os iPhones enviam.

Mas o rastreamento do Google pode ser evitado por usuários que se incomodam. Entenda algumas das principais ferramentas e como configurá-las:

Google Privacy Checkup
Ao entrar em Configurações, o usuário encontrará uma guia do Google ou uma guia "Contas" com uma opção do Google. Depois de encontrá-la, basta clicar na Conta do Google ou no endereço de e-mail para ser levado à página completa da sua conta.

Na parte superior, há uma caixa chamada Revisar suas configurações de privacidade, que leva ao guia de verificação de privacidade. É necessário ir em Primeiros passos para obter uma visão geral das configurações atuais. Por padrão, tudo estará ativado, mas há várias camadas que podem ser desativadas.

Atividade na Web e de apps
→ O que é isso?
Esta é a configuração que está causando muitos problemas ao Google. Independente do Histórico de Localização, a Atividade na Web e de apps salva suas pesquisas, lugares e outras atividades do Google na conta. Isso inclui pesquisas no navegador e no Google app, além de dados de localização nas consultas do Google Maps e do Assistente.

→ Como desligar?
Basta tocar no botão Ativado e mudar o botão azul para cinza na próxima página. Em seguida, tocar em Pausar.

→ Como isso afeta o telefone?
A experiência geral do Google não será tão diferente, mas as coisas pesquisadas podem levar mais tempo para serem encontradas. O Google usa os dados da atividade na Web para saber o que e onde o usuário pesquisa para preencher automaticamente as pesquisas, personalizar o que vê e, em geral, fornecer resultados mais inteligentes.

→ É possível apenas limitar a ferramenta?
Abaixo da alternância, há uma caixa de seleção que pergunta se a pessoa deseja "incluir o histórico e a atividade do Chrome a partir de sites, aplicativos e dispositivos que usam os serviços do Google". Ao desativar isso, limitará o rastreamento a apenas aplicativos e sites de propriedade do Google.

→ Como acabar com dados antigos?
Há um botão chamado Gerenciar atividade que mostra uma lista contínua do uso do aplicativo e pesquisas. É incrivelmente abrangente, mas fácil de navegar, com um simples detalhamento por aplicativo, hora, data e tópicos. Se a pessoa quiser se livrar de qualquer um deles, pode excluir um item específico ou um dia inteiro de pesquisas tocando no botão de menu de três pontos à direita de cada guia e selecionando Excluir.

Histórico de localização
→ O que é isso?
Como o próprio nome sugere, o Histórico de Localização é uma linha do tempo dos lugares em que o usuário esteve. Ele usa o GPS, o Wi-Fi e as redes móveis do telefone para criar um mapa de onde a pessoa está. É o que é usado pelo Google app, Google Maps e outros aplicativos para oferecer pesquisas e rotas aprimoradas e ajudar a fornecer melhores resultados de pesquisa e recomendações.

→ Como desligar?
Basta clicar no botão Ativado à direita de "Histórico de Localização" e depois em Gerenciar configuração na próxima tela. Lá, há uma lista de todos os dispositivos que possui e compartilha a localização do usuário. É possível optar por desativá-lo para dispositivos específicos ou usar o interruptor na parte superior.

→ É possível apenas limitar a ferramenta?
Não. A ferramenta é ativada ou não.

→ Como isso afeta o telefone?
Mesmo que o Google não esteja salvando o histórico de localização, o usuário ainda poderá obter orientações e recomendações. Desativar o Histórico de Localização significa apenas que os resultados serão mais genéricos e que a localização não será salva no Google Maps. A pessoa também não receberá recomendações no Google Maps ou notificações gerais com base nos lugares em que esteve. No entanto, se não desativou a Atividade na Web e de apps, os lugares aonde vai ainda podem ser salvos, mas não com a mesma regularidade com que o Histórico de Localização está ativado.

→ Como acabar com dados antigos?
Dentro da página Histórico de Localização, é preciso clicar no botão Gerenciar Atividade, para chegar à Timeline no Google Maps. Ao desativar o Histórico de Localização, todos os lugares visitados recentemente já terão sido eliminados. Se ele estiver ativado, a pessoa poderá excluir os dados de um dia inteiro de atividades tocando no menu de três pontos no canto superior direito.

Informação de dispositivo
→ O que é isso?
A configuração Informações do dispositivo no painel Privacidade está especificamente relacionada ao telefone ou ao computador usado. Além das pesquisas, o Google também pode acessar e salvar contatos, calendários, mídia e informações do aplicativo.

→ Como desligar?
É preciso tocar no botão Ligado e inverter a chave. Em seguida, clicar em Pausar.

→ É possível apenas limitar a ferramenta?
Como o Histórico de Localização, esta opção é ativada ou desativada.

→ Como isso afeta o telefone?
As informações do dispositivo são projetadas para oferecer velocidade e conveniência ao pesquisar pessoas usando o widget ou aplicativo do Google ou consultando o Google Assistente. Isso significa que, desativado, o Assistente não será mais útil.

→ Como acabar com dados antigos?
Basta clicar no botão Gerenciar atividade dentro das configurações de Informações do dispositivo para ver uma lista de atualizações atualizadas. Não há dados pessoais aqui, apenas uma lista de quando algo foi alterado e é possível excluir entradas individuais ou todos os dados salvos tocando no botão de menu à direita.

Atividade de voz e áudio
→ O que é isso?
Essa configuração é principalmente para o Google Assistente. Ele permite que o Google grave a voz ao tocar no botão do microfone ou convocar o Google Assistente para "ajudar você a obter melhores resultados usando sua voz", reconhecer a palavra "Ei Google" e treinar o Voice Match.

→ Como desligar?
Basta tocar no botão Gerenciar atividade de voz e áudio e depois em Alterar configurações. Em seguida, desativá-lo.

→ É possível apenas limitar a ferramenta?
O usuário só pode ativar ou desativar a Atividade de voz e áudio, mas pode limitar o que o Google pode ouvir desativando o Assistente do Google em qualquer dispositivo. Para fazer isso, é preciso clicar no ícone da bússola no canto direito da janela do Assistente, selecionar Configurações no menu de três pontos e, finalmente, Telefone em Dispositivos.

→ Como isso afeta o telefone?
A pessoa não poderá usar o Google Assistente usando "Ei Google" e o Google não poderá fazer ajustes em como o reconhecimento de voz entende o padrão de fala e cadência.

→ Como acabar com dados antigos?
Se tocar no botão Gerenciar atividade, o usuário verá uma lista de tudo que o Google registrou. É possível, inclusive, ouvir pequenos arquivos de áudio e quanto tempo foi gravado. Tal como a sua atividade na Web e na aplicação, os arquivos podem ser eliminados ao tocar nos menus de três pontos junto ao dia ou atividade específica.

O que mais eu posso fazer?
Dentro da Verificação de privacidade, há a opção de pesquisa do YouTube e histórico de exibição, que também pode ser desativada. Mas quem é um usuário ativo do YouTube, essas opções dificultam a localização de vídeos assistidos recentemente e a obtenção de recomendações personalizadas.

Também é possível limitar a capacidade do Google de acompanhar o histórico do Chrome ativando o modo de navegação anônima. Em vez de tocar em Nova guia, basta selecionar Nova guia anônima.

* Esta matéria foi originalmente publicada em: 

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Instagram









Instagram anunciou que está investigando um problema que está deixando pessoas com "dificuldades para acessarem suas contas". A empresa não apontou o motivo, mas, segundo apontou uma reportagem do site "Mashable", uma onda de invasões está alterando os e-mails dos usuários para um endereço russo (normalmente do provedor mail.ru) e colocando cenas de filmes como fotos de perfis - além de alterar a senha, o que deixa as pessoas incapazes de acessarem suas contas.
  
Em uma semana, o "Mashable" identificou 899 usuários reclamando no Twitter sobre esses ataques. Usuários também publicaram sobre o assunto no Reddit e o Google Trends identificou um aumento no número de pesquisas sobre "Instagram hacked".
Não se sabe qual o intuito dos invasores, já que até o momento não há qualquer registro de publicações indevidas para a realização de spam. As únicas mudanças percebidas são a remoção da biografia e a alteração da foto do perfil, normalmente com uma cena ou personagem de filme. O Mashable classificou os ataques como "bizarros".

Como o Instagram envia um e-mail para a redefinição da senha, quem teve a conta hackeada está com dificuldade para reavê-la, já que o e-mail de redefinição de senha é enviado para o novo endereço configurado pelo invasor. O Instagram tem um processo específico para quem perdeu totalmente o acesso à conta, mas nem sempre obtém-se êxito ao fim do processo (confira as dicas do Instagram abaixo).

Ataques "destrutivos" como este, que fazem a vítima perder totalmente o controle da conta, são incomuns. Depois que uma conta é hackeada, ela tende a perder rapidamente seus seguidores e, com isso, sua relevância. Em muitos casos, a preferência do invasor é manter a discrição para conseguir fazer publicações comerciais não autorizadas nos perfis.

Dicas do Instagram para quem teve a conta hackeada:
- Se você recebeu um e-mail nosso com uma notificação sobre uma alteração em seu endereço de e-mail e você não iniciou essa alteração, clique no link marcado como "reverter esta alteração" no e-mail e altere sua senha.
 - Aconselhamos a escolher uma senha forte. Use uma combinação de pelo menos seis números, letras e sinais de pontuação (como! e &). Deve ser diferente de outras senhas que você usa em outros lugares da internet.

 - Você também pode usar as etapas descritas aqui para restaurar sua conta. Por favor, use um novo endereço de e-mail seguro para restaurar sua conta.

 - Por fim, revogue o acesso a aplicativos suspeitos de terceiros e ative a autenticação de dois fatores para obter segurança adicional. Nossa autenticação de dois fatores atual permite que as pessoas protejam suas contas por meio de SMS. Estamos trabalhando em uma funcionalidade adicional de dois fatores que será compartilhada em breve.



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Instagram








O ARX Blog fez uma varredura nos recursos dos três apps de mensagem mais usados no mundo. Leia a matéria completa e decida qual seu preferido.

O Whatsapp é, sem dúvida nenhuma, o mais popular entre os três apps. Isso se deve à facilidade em utilizá-lo e não ter necessidade de criar conta. É possível ter apenas usando o número de celular, e com isso, ele sincroniza todos os contatos do seu telefone.


No Whatsapp é possível enviar mensagens de texto, audio, fotos e vídeos. Compartilhar documentos, contatos e até a sua localização em tempo real


Além disso é possível compartilhar um status, que fica disponível por 24hs para seus contatos e após este tempo, o status desaparece permanentemente. É possível também fazer chamadas de voz e vídeo sem gastar créditos, utilizando somente os dados móveis ou a wifi.

O Whatsapp é constantemente atualizado, e as mensagens trocadas entre os usuários são totalmente criptografadas e os usuários podem apagar as mensagens enviadas por engano antes que o destinatário errado a leia. 

O Facebook Messenger é uma ferramenta da rede social de Mark Zuckerberg. Pra quem já tem perfil no Facebook, basta logar com email e senha e pronto. 


Os amigos são automaticamente sincronizados, e é possível também compartilhar mensagens de textos, vídeos, fotos, documentos e compartilhamento de locais. Assim como o Whatsapp, o Messenger também possui status temporário. Uma ferramenta diferencial deste app são as mascaras da câmera. 
O usuário liga a câmera para tirar uma foto, escolhe o filtro ou a máscara, e o app rastreia o rosto para ajustá-la. Elas podem ser usadas tanto na hora de mandar um vídeo e uma foto, quanto na hora da chamada de vídeo, recurso também encontrado no Messenger.

O Telegram é voltado para usuários mais ligados em segurança digital. Além da criptografia de ponta a ponta, como a do Whatsapp, no Telegram, o usuário consegue definir padrões de uso do app para que as mensagens sejam "auto-destruídas" dentro de determinado tempo. 


Como nos dois apps citados anteriormente, também é possível enviar fotos, documentos e vídeos. Um outro diferencial deste app é a possibilidade de adicionar até 3 contas diferentes e poder usá-las simultaneamente. Isso possibilita por exemplo separar as mensagens sobre trabalho de mensagens pessoais, sem necessidade de sair da conta pessoal para usar a do trabalho e vice-versa. 
O Whatsapp e o Messenger por enquanto ainda não disponibilizam esta função.

Além disso, o telegram possui os canais públicos para disseminação de mensagens e uma versão desktop independente do celular.

E ai? Conta pra gente qual app você acha mais interessante? Deixe seus comentários usando o facebook na parte inferior da postagem.


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O Instagram lançou no dia 20, uma plataforma dedicada exclusivamente a vídeos mais longos, com até uma hora de duração, que promete competir com o YouTube por usuários nas redes sociais.

Batizada de IGTV, a plataforma, a exemplo do YouTube, terá aplicativo próprio tanto para Android quanto para iOS. A ferramenta permite que usuários excedam o limite atual de 60 segundos dos vídeos e postem conteúdo também pelo desktop do computador.

Ainda não está claro, contudo, se os vídeos do IGTV vão incluir propagandas ou permitir a monetização, como no principal concorrente.

Em uma entrevista exclusiva à BBC News, o fundador e CEO do Instagram, Kevin Systrom, não descartou a possibilidade, mas disse que "não há pressa para definir isso".

No IGTV, os vídeos serão na vertical e o Instagram diz que esse é o "jeito natural" que as pessoas usam os celulares. O YouTube, por sua vez, aceita vídeos tanto na vertical quanto na horizontal.

"O vídeo merece um lar melhor no celular", provocou Systrom.

Para o especialista em tecnologia Alex Brinnand, da revista TenEighty, o IGTV pode fortalecer o Instagram no mercado das redes sociais - em 2012, a plataforma foi comprada pelo Facebook por US$ 1 bilhão.

"Ainda vamos ver o poder que o Instagram tem. Tenho certeza que há muitas discussões acontecendo nas outras plataformas sobre quanto (o IGTV) pode ser uma ameaça (à concorrência)", observou.

A possibilidade de divulgar vídeos longos é vista como uma inovação, uma vez que o Instagram permite apenas vídeos de 60 segundos na timeline e de 15 segundos no "insta stories" - ferramenta que derrubou o concorrente Snapchat.

A novidade terá integração com o Facebook Watch, serviço de vídeo sob demanda lançado no ano passado.

Acesso gradual

A nova plataforma vai ter um aplicativo independente - que ainda não está disponível para ser baixado -, mas já pode ser acessada pelo próprio Instagram. Um ícone de uma televisão com um raio na horizontal aparece ao lado do ícone de mensagens in-box no Instagram.

Systrom disse à BBC News que pretende mudar como as pessoas fazem e assistem a vídeos, eliminando televisões e telas de computadores.

"Todos os nossos dados mostram que as pessoas estão passando cada vez menos tempo na frente da televisão, mas gastam mais tempo nos celulares", disse.

Systrom diz que sente "a responsabilidade" de trazer essas mudanças para o Instagram.

O IGTV possui quatro abas principais: "Para você (For You)", com sugestões que levam em conta o que o usuário curte e contas que segue; "Seguindo" (Following), com o conteúdo dos canais que a pessoa segue; "Populares" (Popular), que traz conteúdo em alta entre todos os usuários; e, finalmente, "Continuar assistindo" (Continue Watching), que apresenta o histórico de visualizações.

Como o IGTV funciona?
Até o momento, o Instagram só permite postagens pelo celular.

Essa é uma das grandes diferenças do IGTV, onde será possível subir um vídeo por meio do desktop e clipes vão ganhar um link único.

Cada usuário vai ter seu próprio canal, algo similar ao YouTube, onde os vídeos ficam armazenados.

Se o usuário já tem uma conta do Instagram, vai ganhar um canal quando atualizar o aplicativo.

Questionado sobre as inevitáveis comparações com o YouTube, Systrom disse que os vídeos no IGTV seriam "mais envolventes e talvez mais emocionais".

Haverá controle no IGTV?
Como todo conteúdo no Instagram, o IGTV tem regras.

As diretrizes explicam que o usuário não deve publicar conteúdo violento, de nudez, discriminatório ou de ódio. Kevin Systrom admitiu à BBC News que nem todo vídeo será aprovado pela empresa antes de ser enviado.

"Queremos garantir que o Instagram seja uma plataforma segura, acolhedora e gentil para todos", disse.

No começo do ano, o YouTube teve de pedir desculpas por não reagir rápido o suficiente quando um de seus astros, Logan Paul, enviou um vídeo mostrando o corpo de um homem que se matou em uma floresta no Japão.

Na ocasião, a diretora de negócios do YouTube disse à BBC News que não achava que a plataforma deveria ser regulada da mesma forma que emissoras tradicionais.

Systrom diz que é difícil especular como o IGTV será monitorado. "Vamos ver como o produto conquista os consumidores e garantir que seja seguro e justo."






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Não é preciso de televisão para acompanhar os jogos da copa hoje em dia. A tecnologia traz outras formas de contemplar nossa seleção sem sair de casa e sem precisar da televisão, porém, algumas dessas alternativas  podem trazer prejuízos ao seu celular, computador ou tablet. Confira agora 5 dicas para acompanhar os jogos na internet COM SEGURANÇA!

1. Assista aos jogos nos sites oficiais das emissoras que transmitem a Copa. 
Ok, é verdade: há muitos sites de streaming piratas por aí, e acessá-los pode ser até mais cômodo. Mas isso não muda o fato de que essas páginas pouco se importam com a segurança de quem assiste. Banners que direcionam para páginas maliciosas, pop-ups invasivos e ofertas não muito confiáveis não são incomuns, como lembrou Rory O’Connor, vice-presidente sênior de segurança cibernética da Irdeto, uma empresa que combate esse tipo de site.

Se você não conhece as soluções de streaming oficiais, nós falamos delas aqui. A lista tem a opção gratuita, o Globoplay, e outras pagas, como a Fox Play e a Globosat Play.

2. Desconfie também dos sites que parecem legítimos. 
Te mandaram o link para o streaming do jogo no site de uma das emissoras? Antes de seguir em frente e clicar, confira se o endereço é o correto, e não uma versão levemente editada, com um zero no lugar da letra “o” ou coisa parecida. A dica vem da Soluti, empresa especializada em certificação digital.

Caso você tenha recebido uma URL encurtada, peça a completa – ou procure no Google mesmo, para ter certeza de que você está indo ao lugar certo. É bom ficar esperto mesmo se o endereço tiver HTTPS, indicado pelo cadeado verde na barra de endereço. Costuma ser sinal de segurança, mas não é tão difícil arrumar um certificado falso para isso hoje em dia. Por isso, também é bom clicar no icone e checar quem emitiu a aprovação.

3. Fique atento a e-mails e mensagens de promoções e campanhas da Copa. 
Ataques com ofertas falsas, de phishing, costumam crescer em datas especiais e no mundial não é diferente. Por isso, não deixe de seguir aquela regra de sempre: desconfie de e-mails e mensagens com promoções boas demais para ser verdade e de campanhas relacionadas à Copa, mesmo que o remetente seja aparentemente confiável.

A dica vale para ofertas de eletrônicos, promoções de passagens e ingressos (caso você já esteja pensando em 2022) e até para outras coisas mais inusitadas. Em 2014, cibercriminosos criaram um abaixo-assinado para pedir a volta de Luís Suárez ao mundial – mas não passava de um site para colher dados das pessoas.

4. Não informe seus dados em qualquer site. 
Essa é uma continuação das duas dicas anteriores. Clicou no link que você recebeu por e-mail ou WhatsApp? Antes de informar seus dados ali, confira se a página é legítima. Caso o endereço tenha um cadeado, clique nele, confira as informações para saber quem emitiu o certificado. Desconfie bastante – e fuja – caso o site não seja confiável e ainda esteja pedindo dados demais e informações sensíveis, como senhas, RG, CPF e números de cartão.

5. Cuidado com as redes públicas de Wi-Fi. 
Quer fazer streaming de um jogo, mas sem torrar todo o seu pacote de 4G? Use um Wi-Fi, mas sempre tomando cuidado. Não confie em redes totalmente abertas, evite acessar sites com senhas (especialmente bancos) e desative o compartilhamento de arquivos via rede caso esteja no notebook. 



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Às vésperas da Copa do Mundo 2018, o Google anunciou uma reformulação na sua plataforma de buscas ao adicionar recursos para ajudar usuários acompanhar os jogos do campeonato. Em ano de eleição, a empresa revelou ainda uma parceria com o Tribunal Superior Eleitoral para exibir informações importantes sobre os 7 mil candidatos às cinco esferas de poder que têm pleito marcado para o segundo semestre.

Para as eleições 2018, as novidades podem ser úteis para ajudar os eleitores indecisos a encontrar informações rapidamente sobre os candidatos nos quais consideram votar. As prioridades dos mandatos serão exibidas em cartões nos resultados de pesquisa para que não seja sequer necessário acessar sites para receber os dados sobre candidatos.

A empresa anunciou ainda uma parceria com a emissora de TV Band para exibir o primeiro debate presidencial no YouTube.
As novidades do Google para a Copa do Mundo permeiam seus aplicativos. O buscador terá fotos e jogadas importantes dos principais jogos do torneio. Fora isso, resultados e estatísticas seguem disponíveis nos resultados de buscas relacionados com a Copa. No Maps, os usuários poderão ver quais bares e restaurantes estão exibindo os jogos em 13 cidades da América Latina. O terceiro recurso é para usuários de smartphones com sistema Android, que é mantido pelo Google. Um widget, acessório virtual, poderá ser fixado na tela inicial para acompanhar resultados de jogos sem precisar fazer nenhuma busca.

O Google Street View, serviço gratuito que tem um registro fotográfico em 360 graus de diversas localidades do planeta, vai permitir uma turnê por dentro dos estádios da Copa para que os internautas possam, mesmo à distância, ver como são as instalações onde acontecerão os jogos.

Por fim, o Google Assistente, o assistente pessoal da empresa (parecido com a Siri, do iPhone), poderá responder a perguntas relacionadas à Copa do Mundo.



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